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Especialistas discutem uso das constelações familiares em solução de conflitos no DF

A juíza Karina Müller Queiroz de Souza, titular da 1ª Vara Cível da comarca de Camboriú, e a assessora Magda Fiegenbaum, lotada na Vara de Execuções contra a Fazenda Pública e Precatórios da comarca da Capital, participaram na última em semana, em Brasília-DF, do workshop "Inovações na Justiça: o Direito Sistêmico como meio de solução pacífica de conflitos". O evento, realizado pelo Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal (CEJ/CJF), buscou promover uma discussão para além do processo judicial ao propor profunda reflexão sobre o problema, com cooperação dos envolvidos e restabelecimento da ordem dentro da estrutura familiar e social. Com a participação de magistrados, membros do Ministério Público, procuradores, defensores públicos, advogados, estudantes e público geral, foram debatidos métodos alternativos para a solução de conflitos que utilizam as diretrizes das constelações familiares. Neste sentido, tanto a juíza Karina quanto a servidora Magda apresentaram seus projetos no painel "Boas Práticas na Justiça Estadual". O ministro Marco Aurélio Gastaldi Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça, que foi desembargador no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, proferiu a palestra inaugural. Ele abordou dados estatísticos acerca da produtividade de magistrados e taxas de congestionamento processual no país. Para ele, todas as iniciativas voltadas para a redução de processos e a consequente pacificação social devem ser consideradas pelos julgadores. "Por meio da constelação familiar, ou sistêmica, nós temos técnicas terapêuticas que, dentre muitos usos e resultados, estimulam a resolução dos conflitos e contribuem para que as pessoas percebam as origens dos conflitos, se situem dentro dessa composição e façam uma interação, mudando a perspectiva do problema. O reforço aos projetos de conciliação está integrado a essas novas formas de resolução de litígios", ressaltou.
16/04/2018 (00:00)
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